IV Solar
Para investidores · out/2026
IV Solar · Nordeste do Brasil

Demanda reprimida vira usinas solares.
Usinas solares viram receita recorrente.

Há mais clientes querendo pagar menos pela energia do que usinas solares para atendê-los. Nós fechamos essa conta: usinas no telhado do cliente, operadas por nós, pagas por aluguel mensal.

Investimos capital próprio. Os números confirmaram. Agora há duas portas abertas a parceiros investidores: usinas solares já em operação e as próximas, para clientes que já esperam.

Telhadosusinas no telhado do cliente, sem comprar terreno
Aluguel mensalreceita contratual, cobrada automaticamente
2% ao mêsfixo — ou 1,5% a 3% por performance
Tempo realcada real rastreável a um ativo
O momento

O mundo está entrando na Era da Eletricidade. E ela dura décadas.

A Agência Internacional de Energia descreve a transição em curso como a "Era da Eletricidade": a eletricidade, que hoje responde por cerca de 20% da energia final consumida no mundo, caminha para 40% em 2035 e mais da metade em 2050. É uma mudança estrutural de uma geração, não um ciclo. Três forças a empurram ao mesmo tempo — e todas chegam ao Brasil.

Tudo vira elétrico. Até 2035 o mundo soma à rede, a cada ano, o consumo de um Japão inteiro — aquecimento, indústria e transporte migram do combustível para o elétron.

IEA · World Energy Outlook 2025 · ~1.000 TWh adicionais por ano até 2035; solar e eólica de 15% para 55% da geração até 2050

Uma frota inteira migra para a tomada

17milhões

Carros elétricos vendidos no mundo em 2024, mais de 1 em cada 5 carros novos — e a curva só começou. Cada carro consome como uma casa. Na China, já passam de metade das vendas; o resto do mundo segue o mesmo caminho.

Inteligência artificial dobra os data centers

945TWh

Consumo projetado dos data centers em 2030, contra 415 TWh em 2024, e continua subindo depois. Mais que todo o consumo elétrico do Japão hoje. IA é a carga que mais cresce no planeta.

No Brasil, a carga cresce por uma década

2×até 2050

A EPE projeta a carga crescendo ~3% ao ano até 2034 e o consumo mais que dobrando até 2050. A solar já é a 2ª maior fonte da matriz, com mais de 50 GW, e a que mais cresce.

O clima

O clima aperta o cerco. A conta de luz sente primeiro.

O aquecimento global torna os extremos mais frequentes e mais fortes. O próximo já tem nome e data: um El Niño de intensidade histórica está em curso no Pacífico e chega ao verão brasileiro de 2026/27.

Alerta oficial em vigor

"El Niño continua se fortalecendo, com mais de 83% de chance de um evento forte a muito forte até janeiro–março de 2027." Para out–dez/2026, a NOAA dá 83% de chance de um evento histórico, acima de todos os El Niños registrados desde 1950.

NOAA Climate Prediction Center · ENSO Diagnostic Discussion · 8 de outubro de 2026 · anomalia Niño-3.4 em +2,1 °C (tradução nossa)

A cadeia que termina na conta do consumidor

El Niño forteSeca no Norte e Nordeste, chuva irregular no Centro-Sul.
Reservatórios caemO Brasil ainda depende das hidrelétricas para a base do sistema.
Térmicas ligamGás, óleo e carvão cobrem o buraco, a custo muito maior.
Bandeira vermelhaA ANEEL repassa o custo direto na conta. Em 2021 criou até a bandeira "escassez hídrica".
Energia mais caraQuem gera com o sol fica imune. Quem não gera, paga.

Precedente: na crise hídrica de 2021 a bandeira de escassez hídrica custou R$ 14,20 a cada 100 kWh, o maior adicional tarifário da história. O El Niño 2023/24 foi um dos mais fortes já registrados; o de 2026/27 tem chance de superá-lo.

A oportunidade

Mercado, regulação e sol já existem. Capital é o que transforma essa demanda em ativos.

O Nordeste brasileiro recebe quase o dobro da irradiação solar da Alemanha. Energia é um dos maiores custos fixos de empresas e instituições, e cada ponto de aumento na tarifa aumenta o valor do que uma usina no telhado entrega.

Sol de sobra

~5,5kWh/m²/dia

Irradiação média no Nordeste, contra cerca de 3 kWh/m²/dia na Alemanha. O mesmo painel gera quase o dobro aqui.

Energia pesa no caixa

R$ 1,08/kWh

Tarifa efetiva com impostos para o consumidor em Pernambuco hoje. Para condomínios, escolas, igrejas e comércio, a conta de luz é uma das três maiores despesas fixas.

Energia local vira vantagem

25anos

Vida útil de uma usina solar no telhado, com geração previsível pela física do sol. Energia barata, local e contratada é o que o cliente procura quando a tarifa sobe — e é o que o investidor recebe.

Base regulatória: o Sistema de Compensação de Energia Elétrica (Lei 14.300/2022) permite autoconsumo local, autoconsumo remoto e geração compartilhada. Cada contrato da IV Solar passa por validação jurídica, regulatória e tributária antes de virar promessa comercial. Lei 14.300/2022

Demanda primeiro, capital depois

Não construímos para depois procurar cliente.

O maior risco de qualquer infraestrutura é construir primeiro e procurar receita depois. Fazemos o contrário: primeiro identificamos quem quer pagar menos pela energia, depois estruturamos o capital em torno dessa demanda.

Em operação, agoranúmeros lidos do nosso sistema ao abrir esta página · 16/10/2026 05:43
100%das cobranças vencidas pagas pelos clientes · 86% em dia
0cobranças vencidas em aberto · inadimplência zero
100%das cobranças e dos pagamentos à distribuidora automáticos, desde mai/2026
5 mesesde modelo de aluguel em operação, desde mai/2026 · a equipe faz energia solar desde 2015

Carteira diversificada

Perfis de consumo diferentes — residencial coletivo, religioso, educacional, comercial e industrial — compõem uma carteira que não depende de um único contrato nem de um único setor.

Interessados, não contratos

Cada oportunidade passa por qualificação — consumo, economia possível, crédito, telhado, prazo, CAPEX e retorno — antes de receber capital. O funil vira carteira; a carteira recebe o investimento.

Como o capital vira receita

A usina fica no telhado do cliente. O aluguel chega todo mês.

Telhado não tem terreno para comprar nem área para limpar: a instalação sai mais barata e o cliente já está embaixo. Quando o telhado é de um terceiro, o dono do espaço recebe em crédito de energia, nunca em dinheiro. O cliente paga à IV Solar menos do que pagava à distribuidora. Essa diferença vira o aluguel contratual que remunera a operação e o capital.

1CapitalO investidor aporta o valor da usina.
2Usina no telhadoA IV Solar projeta, instala e assume a operação.
3EnergiaGeração monitorada todo dia, inversor conectado à plataforma.
4Economia do clienteConta menor desde o primeiro mês, sem investir nada.
5Aluguel mensalCobrado automaticamente; remunera operação e capital.
Exemplo de referência

Um cliente que consome 2.000 kWh por mês

Mesmas constantes e tarifa que o nosso sistema usa nas propostas reais (tarifa Neoenergia PE confirmada em fatura). Um condomínio médio, uma escola ou um centro automotivo cabem neste perfil.

Conta de luz hoje (2.000 kWh × R$ 1,08)R$ 2.160/mês Usina de telhado necessária27 placas · 14,9 kWp Investimento (CAPEX)R$ 54.000 Economia do cliente (20% de desconto, desde o 1º mês)R$ 432/mês Aluguel contratual mensal (conta com desconto)R$ 1.728 Receita bruta no ano, sobre o CAPEX38%

Para onde vai cada real do aluguel

Receita bruta sobre o CAPEX não é o retorno do investidor. É daqui que saem operação, manutenção, seguro, impostos, reserva de manutenção, o aluguel do telhado e a IV Solar — e, antes de tudo, a sua remuneração.

Investidor R$ 1.080
Operação, reserva e IV Solar Operação R$ 648
Cobertura 1,6× a receita do ativo cobre a remuneração fixa de 2% ao mês com folga

A reserva por ativo financia manutenção extraordinária e, no futuro, a modernização dos equipamentos. A IV Solar continua economicamente interessada no bom funcionamento da usina durante toda a vida do investimento: os interesses ficam alinhados.

Potencializador

O mesmo kWh vale mais quando abastece um carro.

Na conta de luz, o kWh custa ao cliente R$ 1,08. No eletroposto, o motorista paga entre R$ 1,40 e R$ 2,00 pelo mesmo kWh. Uma usina solar acoplada a um eletroposto deixa de apenas compensar a conta e passa a vender energia pelo preço da recarga, no mesmo cliente e aproveitando a estrutura elétrica já instalada.

No Nordeste, onde operamos, já são mais de 95 mil veículos eletrificados para apenas 3,7 mil eletropostos. A frota cresce mais rápido que a infraestrutura: sol barato de um lado, carros elétricos chegando do outro — e poucos pontos de recarga entre eles.

ABVE · Associação Brasileira do Veículo Elétrico · frota e eletropostos por região, 2026

Prêmio por kWh

+30% a +85%

É quanto o kWh vendido na recarga (R$ 1,40–R$ 2,00) vale a mais do que o kWh compensado na conta (R$ 1,08). Margem maior para o mesmo ativo.

Parceiro já em operação

192eletropostos

Rede do nosso parceiro de recarga no Nordeste: aplicativo próprio, suporte 24h, plataforma de gestão e instalação em cerca de 30 dias nos últimos projetos. Expertise e parceiro já contratados.

Referência do parceiro

~12meses

Payback estimado de um carregador rápido de 40 kW no modelo compartilhado: aporte de R$ 50.000, faturamento de R$ 20.000/mês (11.764 kWh, 10–12 recargas/dia) e R$ 3.865 a R$ 4.394/mês líquidos para o parceiro, conforme a usina solar fornece a energia com 20% ou 30% de desconto.

A usina solar que fornece a energia desse eletroposto recebe, além disso, cerca de R$ 8.470/mês pela energia vendida — a energia do eletroposto é a demanda mais valiosa que uma usina pode atender. Números de referência da simulação do parceiro (maio/2026); variam com localização, potência e demanda. Cada projeto passa pela mesma diligência das usinas.

Efeito na remuneração: na usina sozinha, o modelo por performance fica entre 1,5% e 3% ao mês. Com eletroposto acoplado em ponto realmente estratégico — área movimentada, muitos condomínios no entorno, fluxo de carros elétricos, comércio e pontos de apoio próximos — a faixa pode chegar a 4,5% ao mês nos melhores projetos. Não é a regra: depende do local, e cada ponto é avaliado antes de ser ativado.

Sua remuneração

Dois jeitos de ser remunerado. Você escolhe o perfil.

Os dois modelos usam o mesmo ativo e a mesma operação. A diferença é quanto da variação de desempenho fica com você.

Fixo

2%ao mês

Remuneração contratual sobre o capital, todo mês, independente da geração daquele mês. Previsibilidade.

  • Participação em SCP por carteira: a IV Solar opera, o investidor é sócio participante
  • Remuneração a partir da energização das usinas, por 60 meses
  • Ao fim do prazo: renovação, cessão da participação ou venda à IV Solar a valor econômico
  • A variação de desempenho fica com a IV Solar

Performance

1,5% a 3%ao mês

Você participa do desempenho real da usina: geração, disponibilidade e resultado comercial. Mais upside, mais variação.

  • Mesma SCP, mesmo prazo; remuneração calculada sobre a receita líquida da carteira
  • 1,5% é o esperado no cenário base, não um piso garantido; meses melhores pagam mais, meses piores, menos
  • Acompanhamento em tempo real: geração, receita, economia do cliente
  • Com eletroposto acoplado em ponto estratégico, a faixa pode chegar a 4,5% ao mês (ver Potencializador)
1,6×
A pergunta que todo investidor faz primeiro: o ativo paga a remuneração?

No exemplo de referência, a usina gera R$ 1.728 de aluguel por mês e a remuneração fixa de 2% custa R$ 1.080. Sobram R$ 648 por mês para operação, reserva e IV Solar. Em carteira (vários telhados em vez de uma usina), um cliente individual passa a ser fração pequena do todo. Condições finais no instrumento de investimento, após validação jurídica e tributária.

Seu capital, protegido em camadas

Ativo real, identificadoPainéis, inversores e estruturas registrados por número de série em nome da carteira, nunca do cliente. Podem ser retirados e reinstalados.
Contrato que cobra sozinhoMulta de 2%, juros de 1% ao mês, suspensão do desconto, negativação e realocação da usina para outro cliente da fila.
Reserva por ativo5% do aluguel de cada usina vai para uma reserva de manutenção extraordinária, visível no painel.
SeguroRiscos de engenharia na instalação e operacional (incêndio, roubo, raio, vendaval) contratados para a primeira carteira.
DiversificaçãoVários telhados e perfis por carteira: um cliente inadimplente é fração pequena da receita, não o resultado.
Dinheiro rastreávelPagamentos por API com dupla aprovação, receita por webhook bancário, lançamentos imutáveis. Nada entra ou sai à mão.
Simulador

Mexa nos números

—renda mensal
—em 12 meses
—usinas de telhado como a do exemplo
—a mais que o CDI em 5 anos

Renda simples sobre o capital, sem reinvestimento, em valores de hoje. Horizonte de 5 anos. No modelo performance a faixa sombreada mostra o intervalo de 1,5% a 3% da usina sozinha e a linha, o desempenho escolhido; acima de 3% ao mês pressupõe eletroposto acoplado em ponto estratégico. CDI é só régua de comparação. Projeção matemática, não promessa.

Transparência radical

Você vê onde está cada real. Qual telhado, quanto gerou, quanto faturou, quanto foi reservado.

A maior barreira de um investidor estrangeiro no Brasil é assimetria de informação. A IV Solar nasceu de uma empresa de software: cada usina tem a própria carteira digital. A distribuidora é paga por API com dupla aprovação, o cliente é cobrado automaticamente, a receita entra na carteira pelo banco. Lançamentos de integração são imutáveis.

Painel do investidorvisão de um ativo de referência · 10/2026
R$ 54.000capital investido no ativo
14,9 kWppotência instalada no telhado
2.000 kWhenergia gerada no mês
R$ 1.728receita do mês (aluguel)
R$ 1.080remuneração do investidor (fixo 2%)
R$ 432economia do cliente no mês
1,6×cobertura da remuneração pela receita
Previsto × realizadoacompanhamento mensal por investidor

Em operação

  • Carteira digital por usina, saldo em tempo real
  • Contratos com assinatura digital
  • Cobrança automática do cliente, com a economia do mês
  • Pagamento da distribuidora por API, com dupla aprovação
  • Leitura de faturas por IA e conciliação bancária automática
  • Previsão de receitas e despesas por carteira

Cada real investido deve ser rastreável a um ativo. Não é um slogan: é como o sistema foi construído.

Quem opera

Uma equipe de energia e de software. Não uma startup de painéis.

A IV trabalha com tecnologia desde 2014 e com energia solar desde 2015. As usinas no nosso sistema são a carteira própria mais recente — a experiência da equipe e dos parceiros é muito maior do que o que cabe num CRM.

Engenharia dentro da sociedade

Engenharia elétrica entre os sócios. Engenheiros e eletrotécnicos na equipe com passagem por Petrobras e pela Força Aérea Brasileira, respondendo por projeto, instalação, comissionamento e operação das usinas desde 2015.

Software que já move dinheiro em escala

Engenheiros de software com passagem por empresas internacionais de tecnologia, como a Scale AI. Os sistemas web da IV processam pagamentos online automaticamente para mais de 370 mil usuários em mais de 80 países. A plataforma que cobra, paga e concilia as usinas nasceu dessa base.

Parceiros já contratados

Rede de integradores e fornecedores de equipamentos homologados, parceiro de recarga elétrica (192 eletropostos no Nordeste), distribuidora e bancos integrados por API. Quando um telhado é aprovado, a cadeia inteira já existe.

2014tecnologia e sistemas web
2015energia solar: projeto, instalação e operação
370 mil+usuários com pagamentos processados pelos nossos sistemas
80+ paísesalcance dos sistemas que já operamos
Como entrar e como sair

Primeiro provamos o modelo. Depois escalamos.

1

Provar

Selecionamos de 5 a 10 dos melhores clientes do funil. Diligência completa: consumo, telhado, crédito, CAPEX real, geração, contratos, impostos, reserva e cenários pessimista, base e otimista. Nasce a primeira carteira.

2

Escalar

Se a primeira carteira entrega o esperado, 10 telhados viram 30, 30 viram 100. A conversa deixa de ser "financiar uma usina" e passa a ser "quanto capital alocar por ano nesta plataforma".

3

Sair

Sem carência mínima. A qualquer momento o investidor pode ceder sua participação a outro investidor, com preferência da IV Solar, ou oferecê-la à própria IV Solar a valor econômico — fluxo futuro, prazo restante, estado dos equipamentos. Temos interesse declarado em comprar mais participações sempre que o nosso fluxo de caixa permitir; é um interesse, não uma garantia de recompra.

Primeira carteira

R$ 1,2 mi em 10 telhados já qualificados, mais um eletroposto em ponto estratégico.

R$ 100 milticket mínimo
6 mesespara alocar o capital
60 mesesprazo do instrumento (SCP)
Sem carênciasaída por cessão a outro investidor ou venda à IV Solar, quando o caixa permitir

Investidor nacional ou estrangeiro, no mesmo instrumento. Diligência completa por telhado antes de cada aporte: consumo, crédito, telhado, CAPEX real, geração esperada, contrato e cenários pessimista, base e otimista.

Duas portas de entrada

Usinas solares em operação

Ativos que já geram, já faturam e já têm histórico no painel. O investidor compra receita existente, com cliente, contrato e dados reais — sem risco de construção. O capital que entra financia as próximas usinas do pipeline.

Usinas solares novas

Clientes já qualificados no funil, esperando telhado. O investidor financia a construção e recebe o aluguel desde o primeiro mês de operação, com a mesma carteira digital e a mesma transparência.

Uma escola, uma igreja, um condomínio, uma oficina. Perfis diferentes de consumo fazem uma carteira que não depende de um único contrato.

Demanda reprimida por energia mais barata é o ponto de partida. Transformamos essa demanda em usinas no telhado do cliente, as usinas em economia para quem consome, e essa economia em receita recorrente e contratual para quem investiu.

Já fazemos isso com capital próprio e estamos satisfeitos com os números confirmados. Nosso papel é encontrar as oportunidades, selecionar os melhores clientes, implantar os ativos, administrar os contratos, operar a infraestrutura e usar tecnologia para tornar todo o portfólio mensurável, transparente e escalável.

Vamos continuar avançando. O que abrimos agora são duas portas para parceiros investidores: usinas solares já em operação e as próximas do pipeline. Cada usina vendida financia a seguinte — mais telhados, mais clientes, mais pessoas pagando menos pela energia. É bom para o Brasil. Para o investidor, é excelente: ativo real, receita contratual, remuneração acima da renda fixa e cada real visível em tempo real.

IV Solar — Invest in energy. Generate value. Build the future.
Perguntas de diligência

As perguntas que um fundo faria. Com as fontes.

Abra só o que precisar. Cada resposta traz a referência oficial quando existe; o que depende do instrumento de investimento está indicado como tal, sem promessa.

Tese e mercado

Por que energia solar distribuída, e por que agora?

Três curvas se cruzam: a demanda por eletricidade cresce em ritmo estrutural (eletrificação, veículos elétricos, data centers), a tarifa brasileira sobe acima da inflação há mais de uma década e o custo do painel solar caiu mais de 80% desde 2010. No Nordeste, a irradiação é quase o dobro da alemã, o que faz o mesmo equipamento gerar quase o dobro. A geração distribuída tem marco legal próprio desde 2022. O resultado é um ativo real, com demanda garantida pela física do consumo e preço protegido pela tarifa regulada.

Qual é o tamanho desse mercado no Brasil?

A solar é a segunda maior fonte da matriz brasileira, com mais de 50 GW instalados, e a geração distribuída (telhados e pequenas usinas) responde pela maior parte disso — são milhões de unidades consumidoras com créditos de energia. A EPE projeta a carga do sistema crescendo cerca de 3% ao ano até 2034 e o consumo de eletricidade mais que dobrando até 2050. A demanda que a IV Solar atende — condomínios, igrejas, escolas, comércio e indústria leve — é a faixa que mais paga por kWh e a menos atendida pelos grandes players, concentrados em usinas de solo.

O El Niño é argumento sério ou marketing?

É dado oficial. A NOAA mantém alerta "El Niño Advisory" com mais de 83% de chance de um evento forte a muito forte até o início de 2027, e o Brasil ainda depende das hidrelétricas: quando os reservatórios caem, térmicas entram e a ANEEL repassa o custo pela bandeira tarifária — em 2021 a bandeira de escassez hídrica adicionou R$ 14,20 a cada 100 kWh. Para a tese, o clima não é a base; é o acelerador: cada bandeira vermelha torna a usina no telhado mais valiosa para o cliente e reforça a adimplência, porque a alternativa dele fica mais cara.

O que diferencia a IV Solar de um integrador solar comum?

Um integrador vende e instala; o cliente paga à vista ou financia e o integrador sai de cena. A IV Solar é dona e operadora: a usina fica no telhado do cliente, mas pertence à carteira; o cliente paga aluguel mensal menor do que pagava à distribuidora; e toda a operação — cobrança, pagamento da distribuidora, conciliação, monitoramento — roda em software próprio, com carteira digital por usina. Nascemos de uma empresa de tecnologia, não de uma loja de painéis. Isso é o que permite escalar de dezenas para centenas de telhados sem escalar gente.

Modelo e contratos

Quem é o cliente típico e por que ele aceita?

Condomínios, igrejas e paróquias, escolas, comércio e indústria leve, com consumo entre 1.000 e 10.000 kWh/mês — a faixa em que a conta de luz é uma das três maiores despesas fixas e a tarifa cobrada é a mais alta. Ele aceita porque não investe nada, paga menos desde o primeiro mês (desconto contratual de 20% a 30% sobre a energia) e não assume risco técnico: a operação é nossa. Para ele, é redução de custo sem CAPEX.

Como funciona o contrato com o cliente?

Contrato de locação de usina (aluguel pela energia), assinado digitalmente, com vencimento mensal fixo, multa de 2% e juros de 1% ao mês por atraso, e previsão de interrupção do fornecimento e negativação em inadimplência prolongada. Duas modalidades: aluguel fixo mensal ou "performance", em que o cliente paga a energia efetivamente compensada com desconto. Cada contrato passa por validação jurídica, regulatória e tributária antes de ser oferecido.

A usina fica no telhado do cliente. De quem é o equipamento?

Da carteira que a financiou, nunca do cliente. O contrato prevê que o equipamento não se incorpora ao imóvel, pode ser retirado em caso de rescisão e é identificado por número de série no sistema (painéis, inversores, estruturas), com notas fiscais e garantias arquivadas por ativo. A forma exata como o investidor detém sua fração (participação na carteira ou propriedade direta) é definida no instrumento de investimento.

O que acontece se o cliente parar de pagar?

Em ordem: multa e juros desde o primeiro dia; cobrança automática com lembretes; suspensão do desconto; negativação; e, persistindo, rescisão com retirada da usina e reinstalação em outro cliente da fila. Como a usina é modular e o funil tem dezenas de interessados qualificados, o ativo não fica ocioso. Em carteira, um cliente inadimplente é uma fração pequena da receita total — por isso a primeira carteira nasce diversificada, com vários telhados e perfis diferentes.

E se o cliente quiser sair ou vender o imóvel?

O contrato tem prazo e condições de rescisão antecipada com multa compensatória. Na venda do imóvel, o novo ocupante pode assumir o contrato (é vantagem para ele) ou a usina é realocada. A regulação permite que a mesma usina atenda outra unidade consumidora (autoconsumo remoto), o que dá flexibilidade para redirecionar a energia sem desmontar.

Remuneração

De onde sai a remuneração do investidor, concretamente?

Do aluguel mensal pago pelo cliente. No exemplo de referência (2.000 kWh/mês), a conta do cliente é de R$ 2.160; com 20% de desconto ele passa a pagar R$ 1.728 de aluguel à carteira. Desse aluguel, R$ 1.080 (2% ao mês sobre o CAPEX de R$ 54.000) remuneram o investidor; o restante cobre operação, reserva de manutenção e a IV Solar. A cobertura é de 1,6× — o ativo gera mais do que a remuneração fixa exige.

2% ao mês é realista? Parece alto demais.

É alto porque o ativo é bom, não porque haja mágica. A receita bruta de uma usina de telhado sobre o CAPEX fica perto de 38% ao ano no exemplo, com tarifa real de R$ 1,08/kWh e constantes que usamos nas propostas de verdade. O investidor recebe 24% ao ano (fixo) e a operação fica com a diferença. O que torna a conta possível é a combinação Nordeste (irradiação), telhado (sem terreno) e tarifa alta na faixa comercial — e o que a sustenta é a diversificação em carteira e a reserva por ativo. Não há garantia de terceiros; há cobertura do próprio ativo, contrato e operação.

Qual a diferença entre o modelo fixo e o de performance?

No fixo, a carteira paga 2% ao mês sobre o capital, todo mês, independentemente da geração daquele mês — a variação (para cima ou para baixo) fica com a IV Solar. No performance, o investidor participa do resultado real da carteira: geração, disponibilidade e cobrança; a faixa esperada é de 1,5% a 3% ao mês, meses melhores pagam mais, meses piores pagam menos. Com eletroposto acoplado em ponto estratégico, os melhores projetos podem chegar a 4,5% ao mês. Prazo, base de cálculo e devolução do principal são definidos no instrumento de investimento.

O capital é devolvido? Quando?

Sim. A usina é um ativo com 25 anos de vida útil e valor econômico ao longo de toda ela; a remuneração mensal não consome o principal. A forma de devolução (ao fim do prazo, por compra pela IV Solar a valor econômico, ou por venda da participação a outro investidor) é definida no instrumento. O que já está fixado: não há carência mínima para sair, e a IV Solar tem interesse em aumentar progressivamente a própria participação nos ativos, comprando de quem quiser sair sempre que o fluxo de caixa permitir — um interesse, não uma garantia.

Como se compara com renda fixa?

O simulador da página compara contra o CDI. A 2% ao mês, o rendimento é cerca de 1,7× o CDI atual — com a diferença de que o lastro é um ativo real que gera energia, e não um título. Renda fixa tem liquidez diária e risco de crédito do emissor; aqui a liquidez é a rota de saída descrita acima e o risco é operacional e de crédito do cliente, mitigado por contrato e diversificação. Não são substitutos: são complementares numa carteira.

Riscos e proteções

Quais são os principais riscos, na sua própria avaliação?

Em ordem de relevância: (1) crédito do cliente — mitigado por contrato, cobrança automática, diversificação e realocação da usina; (2) execução — instalação, qualidade e prazo, mitigado por fornecedores homologados, equipamentos com garantia e diligência por projeto; (3) regulatório — mudanças na compensação de energia, mitigado pelo marco legal de 2022 com transição definida até 2045 para quem já está conectado; (4) técnico — degradação e falhas, mitigado por monitoramento diário, reserva de manutenção e garantias de 10 a 25 anos; (5) macro — inflação e câmbio, que afetam o investidor estrangeiro e são tratados no instrumento.

O que a regulação garante — e o que pode mudar?

A Lei 14.300/2022 consolidou o Sistema de Compensação de Energia Elétrica: a energia gerada vira crédito que abate a conta, e as unidades conectadas sob as novas regras pagam gradualmente a tarifa de uso do fio (TUSD) sobre a energia compensada — 60% em 2026, chegando a 100% em 2029. Isso já está no nosso modelo: o desconto ao cliente incide sobre a energia compensável, e o fio é custo dele com ou sem usina. O que pode mudar são tarifas (reajustes anuais, bandeiras), e tarifa maior aumenta o valor do aluguel, não reduz.

Painéis degradam. Quanto, e quem paga a manutenção?

A degradação típica é de 0,5% ao ano (um painel gera ~88% da potência inicial após 25 anos); fabricantes garantem desempenho por 25 anos e produto por 10 a 15. Inversores têm garantia de 5 a 10 anos e são o componente que mais tende a ser trocado no ciclo. A manutenção ordinária (limpeza, inspeção) é operação da IV Solar; a extraordinária é coberta por uma reserva constituída a partir do aluguel de cada ativo, visível ao investidor no painel.

Há seguro?

Seguro de riscos de engenharia (instalação) e operacional (incêndio, roubo, raio, vendaval) é disponível no mercado brasileiro para usinas fotovoltaicas e está previsto na estruturação da primeira carteira. Equipamentos ficam registrados por número de série, o que é condição da seguradora e também o que permite retirá-los de um telhado e reinstalar em outro.

Como sei que a usina está gerando o que deveria?

O inversor é conectado à plataforma e a geração é lida todos os dias. A geração esperada é calculada por irradiação local e potência instalada; desvio acima da tolerância gera alerta e ordem de manutenção. O investidor vê geração, receita, economia do cliente e saldo da carteira no painel, com previsto × realizado por mês.

Tributos

Como a energia compensada é tributada?

A energia que a usina injeta e o cliente compensa tem isenção de ICMS na maioria dos estados (Convênio ICMS 16/2015, ao qual Pernambuco aderiu) e isenção de PIS/COFINS sobre a parcela compensada (Lei 13.169/2015). O cliente continua pagando a tarifa de uso do fio sobre o compensado, conforme a transição da Lei 14.300. Isso é da conta do cliente, não da carteira.

E a tributação do investidor?

Depende do instrumento: participação em sociedade (distribuição de lucros), locação de ativo ou crédito têm tratamentos distintos de IR para pessoa física, jurídica e não residente. A estruturação é feita com assessoria contábil e jurídica antes da primeira carteira e informada no instrumento de investimento. Não fazemos promessa de alíquota nesta página.

Transparência e tecnologia

O que exatamente o investidor consegue ver?

Hoje, em produção: carteira digital por usina com saldo em tempo real; todas as receitas (cobranças pagas pelo cliente) e despesas (distribuidora, manutenção) com origem identificada; lançamentos de integração bancária imutáveis; contratos assinados digitalmente; faturas lidas por IA e conciliadas. Em desenvolvimento: acesso direto do investidor ao painel com previsto × realizado, geração do inversor integrada e relatório mensal em português, inglês e alemão.

Como o dinheiro circula? Quem toca no caixa?

A distribuidora é paga por API bancária com dupla aprovação (quem prepara não é quem autoriza); o cliente é cobrado automaticamente por boleto/PIX com multa e juros configurados; a receita entra na carteira da usina por webhook do banco, não por lançamento manual. Lançamentos vindos das integrações têm valor, data e status travados — estorno é contra-lançamento, nunca edição. Isso reduz o risco operacional e torna a auditoria trivial.

Vocês auditam? Posso auditar?

O sistema registra cada transação com origem, usuário e horário, e mantém o log completo das chamadas às APIs do banco e da distribuidora. Investidores (e seus auditores) terão acesso de leitura ao painel e aos extratos da carteira. Auditoria externa das demonstrações será contratada conforme o porte da carteira.

Eletropostos

Por que eletroposto junto com a usina?

Porque muda o preço do kWh. Na conta do cliente, o kWh vale R$ 1,08; na recarga de um carro elétrico, o motorista paga entre R$ 1,40 e R$ 2,00 (redes rápidas chegam a mais). A usina deixa de só compensar a conta e passa a vender energia no preço da recarga, no mesmo cliente, aproveitando a estrutura elétrica já instalada. O Nordeste tem mais de 95 mil veículos eletrificados para cerca de 3,7 mil eletropostos — infraestrutura atrasada em relação à frota.

Quais são os números de referência?

Carregador rápido de 40 kW em modelo compartilhado com o parceiro de mobilidade: aporte de R$ 50.000, faturamento de R$ 20.000/mês (11.764 kWh, 10 a 12 recargas/dia), resultado líquido de R$ 3.865 a R$ 4.394/mês para o parceiro e payback em torno de 12 meses. A usina solar que fornece a energia recebe, além disso, cerca de R$ 8.470/mês. São números da simulação do parceiro (maio/2026) e dependem de localização e fluxo.

O que faz um ponto ser "estratégico"?

Fluxo: via movimentada, muitos condomínios no entorno, presença de carros elétricos na região, comércio e pontos de apoio (café, mercado, academia) a poucos minutos — o motorista carrega enquanto faz outra coisa. Energia: ligação trifásica com potência disponível e, acima de 80 kW, subestação própria. Nesses pontos, 10 a 12 recargas/dia é um número normal, e é o que sustenta a faixa superior de remuneração. Pontos sem esses atributos não recebem eletroposto.

Quem opera o eletroposto?

Um parceiro especializado em mobilidade elétrica, com rede própria no Nordeste, aplicativo para motoristas, suporte 24h e plataforma de gestão, no modelo de investimento compartilhado (50/50) em que ele responde por equipamento, instalação, sistema e manutenção. Instalação entre 30 e 60 dias. A IV Solar entra com o local, a energia solar e a gestão do ativo na carteira.

Entrada e saída

Qual o ticket mínimo e como é a primeira carteira?

Definidos no instrumento de investimento, que está em estruturação com a primeira carteira. A lógica já fixada: primeiro provamos com um grupo selecionado de clientes do funil (diligência completa por telhado), depois escalamos; a conversa passa de "financiar uma usina" para "quanto capital alocar por ano nesta plataforma".

Posso comprar uma usina que já está operando?

Sim — é uma das duas portas. Usinas em operação têm cliente, contrato, histórico de geração e de cobrança; o investidor compra receita existente, sem risco de construção. O capital que entra financia as próximas usinas do pipeline. O preço é o valor econômico: fluxo futuro, prazo restante e estado dos equipamentos.

Como saio?

A qualquer momento, sem carência mínima: pela cessão da participação a outro investidor (com preferência da IV Solar) ou pela venda à própria IV Solar a valor econômico. A IV Solar tem interesse em aumentar sua participação nos ativos ao longo do tempo e compra sempre que o fluxo de caixa permitir — é um interesse declarado, não uma garantia de recompra.

Investidor estrangeiro pode entrar? Como?

Sim. Investimento estrangeiro direto no Brasil é registrado eletronicamente no Banco Central (RDE-IED), a entrada de recursos é feita por contrato de câmbio e a remessa de lucros e o retorno do capital seguem o mesmo registro. O instrumento é o mesmo do investidor nacional; a diferença é o registro e a tributação de não residente, tratados na estruturação. Relatórios em inglês e alemão estão no roteiro.

Qual o próximo passo?

Uma conversa com o fundador para entender seu perfil (fixo ou performance, horizonte, ticket) e, se fizer sentido, acesso ao painel e à diligência da primeira carteira: lista de telhados, consumo, CAPEX real, contratos-modelo e cenários pessimista, base e otimista.